Smart Cities: Ciência e tecnologia como base para encontrar soluções nas cidades do futuro

Smart Cities: Ciência e tecnologia como base para encontrar soluções nas cidades do futuro

20 de novembro de 2018

Cidades inteligentes usam dados em larga escala para guiar o desenvolvimento

Quando se fala em cidades inteligentes, a imagem que vem à mente é a de um cenário futurista repleto de ferramentas tecnológicas inovadoras. O conceito, porém, é mais amplo do que uma coleção de novos equipamentos.

Utilizar a ciência como base para as decisões na gestão de um centro urbano. Assim podemos resumir a complexa definição de smart city. Por aí se explica a íntima ligação com novas tecnologias, que facilitam uma porção de tarefas ligadas ao conhecimento científico, como a coleta de dados. “Este é um dos problemas no Brasil. Quando alguém quer importar um modelo, acha que basta comprar equipamentos. Não se vê uma prefeitura que decida, por exemplo, que tem de contratar cientistas. É o que existe em Nova York, Amsterdã, São Francisco. Antes de ir às compras, é preciso ter cientistas trabalhando nos problemas”, alerta Fabio Kon, professor do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de São Paulo (USP). “Um dos caminhos é gerar muitos dados que sejam abertos, para que todos saibam como funciona, por exemplo, o sistema de transporte, a coleta de lixo. Se há GPS em cada caminhão de coleta, podemos ver o quanto cada veículo coletou de lixo. Com dados abertos, a sociedade gera melhores soluções”, complementa.

 

 

 

Fonte:  https://g1.globo.com/especial-publicitario/em-movimento/ccr/noticia/2018/11/12/smart-cities-ciencia-e-tecnologia-como-base-para-encontrar-solucoes-nas-cidades-do-futuro.ghtml